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Informe FCF
O GRUPO TEATRAL
DROMEDÁRIO LOQUAZ E SEUS ESPAÇOS CÊNICOS
Desde sua fundação o Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz tem utilizado espaços cênicos não convencionais
para a encenação de seus espetáculos. Tal pesquisa dá-se tanto pelas possibilidades múltiplas da ocupação
destes pelo ato cênico,
como de realização de temporadas longas que permitam tanto o aprimoramento
técnico e artístico das montagens quanto a construção de público.
Juntamente ao resultado artístico de seus trabalhos o grupo tem valorizado também os espaços ocupados por
suas montagens permitindo ao público a visitação destes espaços sob uma nova ótica.
Anteriormente, o grupo já encenou espetáculos em diferentes espaços da cidade. O prédio da Antiga Alfândega,
abrigou as montagens “A Importância de Estar de Acordo”, em 1981, “Curto Circuito”, em 1985 e “As Hienas” em l986;
o espaço MultiMídia do CIC foi utilizado pela primeira vez com teatro com “Doce Vampiro”, em 1984;
a Sala Fulanos e Florianos com “Pessoa(s)” em 1988 e o Prédio da Faculdade de Educação – FAED
recebeu, em 1994 “Agnus Dei”.
Todas as experiências se revelaram positivas, tanto na receptividade do público, como no resultado estético dos
espetáculos. O espaço cênico pesquisado pelo grupo Teatral O Dromedário Loquaz para a encenação de Quinnipak
– Mundos de Vidro, é um bloco desativado das Fabricas de Rendas e Bordados Hoepcke, sito à rua Hoepcke s/n, no
centro de Florianópolis.
Esta propriedade, tombada pelo Patrimônio Histórico Municipal, foi construída em
1913 e é um marco importante da arquitetura do inicio do século na cidade.
O interesse do grupo em utilizar a ala desativada do prédio da Fábrica de Rendas e Bordados Hoepcke como espaço
cênico, deu-se tanto pela sua localização (área central, fácil localização para divulgação e possibilidade de
estacionamento nas ruas adjacentes), como pela multiplicidade de aproveitamento cênico permitido pela
dimensão e características físicas do ambiente.
No espaço encontram-se antigas máquinas de tecelagem que foram assumidas enquanto cenário, recebendo
iluminação especial e reforçando o momento histórico m que se passa a peça, quando o mundo vivia com espanto as
transformações que a industrialização provocava em todos os setores da sociedade.
Desde a elaboração do projeto de encenação, o grupo definiu a antiga Fabrica de Bordados Hoepcke como o espaço ideal
para a montagem de Quinnipak – Mundos de
Vidro. A sensibilidade dos proprietários do espaço, cedendo o uso do espaço ao
grupo, revela como podem ser múltiplas as parcerias entre a iniciativa privada e os setores da produção cultural,
valorizando a produção artística local e permitindo ao público em geral conhecer este importante patrimônio
arquitetônico que funde-se com a história da cidade.
PREFEITA SANCIONA LEIS DE DENOMINAÇÃO
A prefeita Angela Regina Heinzen Amin Helou, na última semana,
sancionou duas leis aprovadas pela Câmara Municipal de Florianópolis,
que tratam de denominações referentes ao órgão oficial de cultura do município. A primeira, Lei nº 6081, de 25 de outubro de 2002,
denomina Sylvio Ferrari o Banco de Imagens da Casa da Memória - uma homenagem ao proprietário da antiga Confeitaria do Chiquinho,
que ficava no prédio ainda existente na Rua Felipe Schmidt, esquina com a Rua Trajano, no coração da cidade.
Ele foi o doador dos primeiros e mais importantes registros fotográficos do acervo do Banco de Imagens, feitos no início do século XX.
A maioria das imagens são flagrantes do cotidiano ilhéu, captados dentro e fora do estabelecimento comercial.
A segunda, Lei nº 6082, também de 25 de outubro de 2002, altera a redação do Artigo 1º, da Lei 2647/87,
de 29 de julho de 1987, data da criação da Fundação Franklin Cascaes. O órgão oficial de cultura da cidade agora passa a ser denominado
Fundação Cultural de Florianópolis - Franklin
Cascaes.
Assessoria de Comunicação: Marcos Reichardt Cardoso (SC 00461 JP).
Fundação Cultural de Florianópolis - Franklin Cascaes
Forte de Santa Bárbara
Rua Antônio Luz, nº 260 - Centro
Florianópolis - SC - 88010-410
Fone: (48) 3241415
Fax: (48) 3240148
E-mail: ffcascaes@pmf.sc.gov.br
www.pmf.sc.gov.br
PROJETO OFICINAS NAS COMUNIDADES É DESTAQUE NO MERCOSUL
O projeto Oficinas nas Comunidades, da Fundação Franklin Cascaes, foi um dos quinze
classificados do Prêmio Mercocidades de Cultura - Cidade Juiz de Fora, realizado pela Prefeitura
daquele município mineiro, através da Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (FUNALFA).
A promoção foi aberta a iniciativas de Cultura e Cidadania, desenvolvidas por cidades integrantes da
Rede de Mercocidades, que propõem ações que visem a valorização e a inserção social do cidadão,
proporcionando
novas oportunidades por meio da atividade
cultural.
Todos os selecionados tiveram seus trabalhos publicados em um livro
editado pela FUNALFA, que
está sendo distribuído em todas as Unidades
Temáticas da Rede. Única representante catarinense,
Florianópolis ganhou três páginas na publicação, onde além de fotografia, constam histórico,
objetivos, resultados, custos, executores, instituições onde é aplicado e desdobramentos do
projeto coordenado por Carin Heloísa Hahn da Silva
Machado.
A comissão julgadora - formada pela socióloga e antropóloga Shirley
Torres (de Juiz de Fora/MG),
Lúcia Maria Goulart Jahn (assessora da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre/RS) e
Silvana Maria Leal
Cóser (assessora da Secretaria Municipal de Cultura de Belo
Horizonte/MG) -
analisou propostas de 32 candidatos, concedendo o prêmio de U$ 2.000,00
(dois mil dólares) ao
projeto Usina de Triagem e Reciclagem de Papel de
Santo André (SP).
Os outros treze classificados são de Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Juiz de Fora (MG),
Porto Alegre (RS) e das cidades
argentinas de Buenos Aires, Mendonza, Morón e Ushuaia.
OFICINAS DE ARTE E ARTESANATO
Cerca de cinco mil pessoas já passaram pelas oficinas de arte e de
artesanato de referência cultural
promovidas pela FFC, que, a partir de 1997, saltaram de seis para 46 cursos simultâneos.
As aulas são ministradas ao longo do ano, nos bairros da Ilha e do continente. São cursos de arte em espuma, Boi-de-Mamão, bordado, cerâmica, dança folclórica, desenho, pintura, renda de bilro e de
tramóia, tarrafa, tear e teatro, em sua maioria, a pedido da própria comunidade.
Os alunos aprendem a confeccionar produtos artesanais característicos de nossa herança cultural,
que depois são expostos e comercializados. Os professores estimulam o potencial artístico dos cursistas,
sendo que muitos profissionalizam-se e seguem carreira.
No final do ano, quando os cursos são encerrados, acontece a formatura
dos alunos, com entrega de
certificados. Somando-se as oficinas esporádicas que surgem durante o ano, são cerca de 800
pessoas que aprendem a dar continuidade ao artesanato e ao folclore locais e têm seu primeiro
contato com a arte. As comunidades interessadas em ter oficinas em seus bairros devem dispor de
espaço físico e divulgar as inscrições, enquanto a FFC responsabiliza-se pelo pagamento dos
professores e contribui com o material
necessário para a sua realização.
A continuidade desta iniciativa é tão importante que o Projeto Oficinas
nas Comunidades foi o único
representante catarinense selecionado como finalista ao Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade
para Ações de Preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro - Edição 2000, nas categorias Educação
Patrimonial e Bens Imóveis. Além de ter recebido o certificado de participação, em Brasília (DF), foi
uma das dez ações destacadas por unanimidade, pela Comissão Nacional de Avaliação, como
"material de excepcional qualidade". O Prêmio é conferido pela Secretaria de Patrimônio, Museus e
Artes Plásticas do Ministério da Cultura e pelo IPHAN.
TROFÉU BERNUNÇA 2002
Nesta segunda-feira (29/07), a Fundação Franklin Cascaes - órgão oficial de cultura de Florianópolis - completou 15 anos de existência.
Dentro da programação comemorativa, a partir das 19h30, em sua sede, no Forte de Santa Bárbara, foi entregue o Troféu Bernunça
a quinze personalidades e instituições que colaboram com os projetos da FFC.
Houve também um show musical do Grupo Engenho, a performance do ator Marcelo Perna (que interpretou um "manezinho", falando
sobre o pesquisador e folclorista Franklin Cascaes), bruxas do Grupo Folclórico Cidade de Florianópolis, exposição de pinturas e
esculturas em papel do acervo de arte da FFC e de uma bruxa de pano confeccionada pelo artista plástico Jone Cézar de Araújo,
além da presença dos bichos do folguedo mais tradicional da Ilha de Santa Catarina, o Boi-de-Mamão.
Homenageados
Bob's - através do empresário Célio Philippi Salles.
Brasil
Telecom - através de seu diretor-institucional João Francisco dos Santos.
Dilor
Freitas - presidente do Conselho Administrativo da Cecrisa.
Gelcy
Coelho (Peninha) - museólogo.
Gley
Sagaz - secretário de Estado da Casa Civil.
Grupo
Armação de Teatro - através do ator Édio Nunes.
Jone
Cézar de Araújo - artista plástico e presidente da Casa dos Açores.
Lilio
Chaves Cabral - chefe da representação governamental em Brasília.
Maestro
Hélio Teixeira da Rosa (in memorian).
McDonald's
- através dos franqueados Ari Sundfeld (Drive Thru) e João Ribeiro (Beiramar
Shopping).
Realcolor
- através de Arsidio Philippi.
Salim
Miguel - escritor, destaque literário nacional.
Vera Sabino - artista plástica.
Zeneide Alves de Melo - coordenadora do Boi-de-Mamão do Sambaqui.
SARAU
ARTÍSTICO-LITERÁRIO
O encerramento das festividades alusivas aos 15 anos da FFC foi na quarta-feira (31/07), a partir das 20h00, com um
sarau artístico-literário para convidados, no Museu Histórico de Santa Catarina Palácio Cruz e Sousa.
As atrações da noite forão o saxofonista Ney Platt, que fez uma apresentação solo e que também acompanhou o ator
João Batista Costa, interpretando poemas de Cruz e Sousa, caracterizado. O ator José Carlos Ramos,
do Grupo Armação de Teatro, apresentou o texto do jornalista e escritor Sérgio da Costa Ramos,
"Quero-Quero" - a visão saudosista de um "manezinho" sobre o cotidiano da cidade transformada.
O ator Marcelo Perna interagiu com os convidados, caracterizado como o pintor Victor Meirelles.
A Orquestra-Escola de Florianópolis, regida pelo maestro Carlos Alberto Vieira,
fez uma breve apresentação, com o coral do espetáculo operístico "Um Sonho de Catarina",
que teve estréia marcada para agosto. E ainda, os músicos Joel e Janete e o pianista Pablo Rossi (13 anos),
que estiveram acompanhados de seus irmãos, os
violinistas Juan (15) e Vanessa Rossi (10).
COLÓQUIO INTERNACIONAL DE LITERATURA
A EPOPÉIA AÇORIANA NA ILHA DE SANTA CATARINA
Integrando as comemorações do 15º aniversário da Fundação Franklin
Cascaes - órgão oficial de cultura de Florianópolis,
foi realizado nos dias 30 e 31/07, o Colóquio Internacional de Literatura - A Epopéia Açoriana na Ilha de Santa Catarina,
alusivo aos 254 anos de povoamento açoriano.
Sob coordenação da superintendente da FFC, Lélia Pereira da Silva Nunes, e do escritor Lauro Junkes, autores catarinenses e
açorianos forão reunidos terça e quarta-feira, no auditório da Academia Catarinense de Letras (ACL), no Centro Integrado de
Cultura (CIC), participando de conferências, painéis e mesas-redondas.
Os catarinenses estiverão representados por Celestino Sachet, Lélia Pereira da Silva Nunes, Lauro Junkes, Carlos Humberto Pederneiras
Corrêa (presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina/IHGSC), Walter Fernando Piazza, Osvaldo Ferreira de Mello,
Augusto César Zeferino, Nereu do Valle Pereira (presidente da Fundação Açoriana), Osmar Pisani, Paschoal Apóstolo Pítsica (presidente
da ACL), Almiro Caldeira, Flávio José Cardozo, Hoyêdo Gouvêa Lins, Júlio Queiroz, Sérgio da Costa Ramos e Marcelo Passamai.
E, vindo especialmente ao Brasil para a ocasião, os escritores açorianos Onésimo Teotônio de Almeida (da Brown University, Providence, Rhode Island, EUA), Urbano Bettencourt e Vamberto Freitas, ambos da Universidade dos Açores, Portugal.
NO MARANHÃO
João Batista Costa (coordenador-técnico do Encontro das Nações – evento realizado em agosto,
alusivo ao Dia Internacional do Folclore) e a socióloga Maria Rosania Thomaz, ambos da FFC, estiveram em São Luís (MA),
participando do 10º Congresso Brasileiro de Folclore – Folclore, Turismo, Tradição e Modernidade, que aconteceu em junho.
MAIS DOIS
GRUPOS CONFIRMADOS PARA O IV ENCONTRO DAS NAÇÕES
O Balé Folclórico da Amazônia (Belém/PA) e o Centro de Tradições Gaúchas Aldeia dos Anjos (Porto Alegre/RS) confirmaram presença no
IV Encontro das Nações – Brasil de Todos os Tons. O evento, alusivo ao Dia Internacional do Folclore (22 de agosto) e promovido pela
FFC, acontecerá de 22 a 25 de agosto, no Largo da Alfândega, em pleno centro histórico de Florianópolis, reunindo, diariamente,
das 10h00 às 22h00, artesanato de referência cultural, gastronomia, dança e música típicas de 25 grupos folclóricos convidados,
representativos
das etnias que formaram a população do Estado e do País.
Os Gaúchos (Porto Alegre/RS), o Grupo Folclórico Ucraniano Kalena (União da Vitória/PR), a Associação de Bumba-Meu-Boi do
Sítio Apicum (São Luís/MA), o Grupo Folclórico Grego Neoléa (de Curitiba/PR), o Gustav Bach Danças Folclóricas
(Massaranduba/SC), o Grupo Folclórico de Danças Alemãs da Universidade Regional de Blumenau (SC), o Grupo
Folclórico Holandês de Castrolanda (Castro/PR) e o Grupo de Danças Folclóricas do SESC da Paraíba (João Pessoa/PB).
O convite está aberto a grupos de todo o Brasil e os interessados deverão entrar em contato com o
coordenador-técnico, João Batista Costa, até o dia 30 de julho, pelo telefone (48) 3241415.
TRIBUTO AO POETA ZININHO
A Fundação Franklin Cascaes,
promoveu no dia 15/05, no vão central do Mercado Público Municipal de Florianópolis, evento emhomenagem ao aniversário de nascimento do saudoso Cláudio Alvim Barbosa, o poeta Zininho, que completaria 73 anos no
último dia 8 daquele mês. A idéia foi promover uma noite descontraída, quando músicos e cantores subirão ao palco para
apresentar as canções do autor. Estiveram presentes Valdir Agostinho, Jorge Coelho, Soninha e o grupo Bom Partido,
que fizeram o show "Tributo ao Poeta Zininho", tendo a participação de Wagner Segura e o grupo Nosso Choro.
Mais informações, com Cláudia Barbosa, idealizadora da homenagem e filha de homenageado, pelo telefone (48) 99513641.
FEIRA DE RUA DO LIVRO DE FLORIANÓPOLIS
A Prefeitura Municipal de Florianópolis, através da Fundação Franklin Cascaes, e a Câmara Catarinense do Livro (CCL), de
10 a 19 de maio, realizaram a Feira de Rua do Livro de Florianópolis, no Largo da Alfândega. A abertura solene foi às 10h00,
com a presença da prefeita Angela Regina Heinzen Amin Helou, da superintendente da FFC, professora Lélia Pereira da Silva
Nunes, e do presidente da CCL, editor Nelson Rolim de Moura.
O retorno do evento à rua é um compromisso assumido pela prefeita em 2001, durante a Feira do Livro que aconteceu, em
setembro, nas dependências do Beiramar Shopping – local para onde foi transferida há alguns anos e que atingiu um fluxo
de 60 mil pessoas durante o período de realização.
A iniciativa foi tão bem recebida pelos editores, distribuidores e livreiros que os 44 espaços foram comercializados em apenas
cinco dias, para 33 expositores,
sendo 80% destes participantes da última edição indoor.
ao livro, incentivar e promover o hábito da leitura desde cedo, a Feira atingiu seus objetivos que foi o de aproximar o escritor
do leitor, incrementar o mercado, integrar o setor livreiro, além de proporcionar ao público a compra de livros com preços
mais baratos. Florianópolis tem agora duas feiras de livro anuais, pois a realizada no Beiramar Shopping, no segundo
semestre, será mantida.
e a superintendente da FFC, Lélia Pereira da
Silva Nunes, formam a Comissão Organizadora.
Mais informações: Oceano Eventos (execução da Feira), com Juliana Rupp ou Leila Moritz,
(48) 2223985 ou 3221021; CCL, com Nelson Rolim de
Moura, (48) 2245135.
Expositores
*Livros e Cia, Livraria Açoriana, Armazém do Livro, Visual Books Editora, Confraria da Palavra, Editora IBEP, Distribuidora H. Z.,
Editora e Livraria Lunardelli, Editora Insular, Editora Papa-Livro, Editora da UFSC, Livraria e Editora Vozes, Federação Espírita
Catarinense, Fundação Aníbal Nunes Pires/Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, EdiFURB, Ilha Mágica Livraria,
Livraria Libretto, Sebo de Qualidade, Espíndola Livros e Revistas, Paulus, Mania de Ler, CATM. Representação e Distribuição
de Livros, Ciranda de Livros, Eletrosul, Editora UNESP, FFC, Gran Sol Editora, Isto É, Paper Book, Prazer de Ler Locadora de
Livros, Secretaria de Estado da Educação, Scheleck Editorial, Grupo Habitasul.
HUMOR – DIÁLOGO UNIVERSAL
A Prefeitura de Juiz de Fora (MG), cidade-sede da Unidade Temática de Cultura da Rede de Mercocidades 2002,
através da Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (FUNALFA), está organizando a mostra Humor –
Diálogo Universal, uma exposição itinerante que será inaugurada no próximo mês de setembro.
O projeto prevê a reunião de obras de pequeno formato (próximos de 21 cm x 29 cm) de, aproximadamente,
45 artistas do traço dos seis países integrantes da Rede, além de outros da América Latina, selecionados a
partir de eventos internacionais.
oportunidade de participar, inscrevendo de um a três trabalhos em cartum, charge ou ilustração.
As obras deverão estar de posse da FUNALFA até o dia 30 de julho.
Mais informações: Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (FUNALFA).
Avenida Rio Branco, nº 2234, Centro, Juiz de Fora (MG), 36016-310, telefone (32) 36907033,
fax
(32) 32155687, e-mail funalfa@funalfa.art.br
homepage www.funalfa.art.br
EM MAIO ACONTECEU A EXPOSIÇÃO DA 8ª MARATONA FOTOGRÁFICA DE
FLORIANÓPOLIS NO SHOPPING ITAGUAÇU
Abriu no dia 04/05, no Shopping Itaguaçu, em São José, a exposição dos trabalhos vencedores da
8ª Maratona Fotográfica de Florianópolis. Foram 130 fotografias distribuídas em 27 painéis day fon
(espuma entre papel cartão).
As 24 fotografias de cada conjunto premiado foram ampliadas no tamanho 20 cm x 30 cm e os
34 melhores registros individuais em 30,5 cm x 46 cm.
A
mostra, que teve curadoria do artista plástico Aldo Luz, permaneceu
no local até o dia 19 de maio.
A Maratona, promovida pela FFC, no mês de março, fez parte da programação comemorativa dos
276 anos de Florianópolis e teve patrocínio da Realcolor e da Kodak Express e apoio da
100,1 MHZ/Rádio Udesc Educativa, Bob’s e Fundação Municipal de Esportes.
Foram premiados três conjuntos de 24 fotografias na categoria profissional e um na categoria
amador, além de quinze registros individuais na categoria profissional e dezenove na amador.
Mais informações, com Sérgio Dimas Bellozupko, pelo telefone (48) 3241415.
CONCERTO COMEMORATIVO AOS 142 ANOS DE FUNDAÇÃO DA
SOCIEDADE MUSICAL UNIÃO DOS ARTISTAS
A Sociedade Musical União dos Artistas, a banda amadora mais antiga do Brasil, no dia 4 de maio, as 20h30, no Cine
Teatro Mussi, em Laguna, apresentou o Concerto Comemorativo aos seus 142 anos de fundação. Um dia antes, data da
fundação da banda, a apresentação será na Sociedade Recreativa 3 de Maio. O concerto acontece, anualmente, em homenagem às duas sociedades que aniversariam no mesmo dia. Fundada em 3 de maio de 1860, pelo maestro Luiz Augusto Werner, e, com apenas sete meses de existência,
apresentava-se nos salões do Teatro 7 de Setembro, em homenagem ao aniversário do imperador
Dom Pedro II, regida por Pedro Nolasco.
Sempre atuante na vida da comunidade lagunense, partici
pou de quermesse para angariar fundos paraa construção doHospital Senhor Bom Jesus dos Passos, reconstrução do Clube Congresso lagunense, além de passagens históricas
como a condução ao embarque de 21 voluntários lagunenses para lutar na Guerra do Paraguai, em 1885.
Participaram de sua formação prestigiadas famílias do Sul catarinense, entre elas Natividade da Costa, Felisberto da Rosa,
Pacheco dos Reis e Silva Pinto. Seus primeiros instrumentos foram comprados de uma extinta banda de Iguape (SP),
sendo restaurados com cera de abelha. Presidida por Maurício José Espíndola e regida pelo maestro Gerson Barreto
Júnior, a Sociedade Musical é formada por 46 músicos e mantém uma escola com 15 aprendizes. Ao longo de sua
história, apresentou–se em inúmeras procissões, missas, passeatas cívicas, grandes regatas, inaugurações, comícios,
partidas de futebol, funerais de importantes personalidades e festas dançantes nas sociedades recreativas lagunenses.
Mais informações pelo fone (48) 646-1348 ou 324-1415, com Maurício José Espíndola.
O que foi o V CONCURSO DE BOI-DE-MAMÃO de Florianópolis
A Fundação Franklin Cascaes realizou o V Concurso de Boi-de-Mamão de Florianópolis, no dia 24 de janeiro,
no Largo da Catedral Metropolitana. As inscrições foram gratuitas a grupos infantis e adultos de Santa Catarina.
Os quesitos observados pelos jurados foram a cantoria (letra e música), as vestimentas dos personagens,
a autenticidade (originalidade), coreografia e
evolução, a animação e a relação com público.
Os primeiro, segundo e terceiro colocados das categorias adulto e infantil receberam prêmios em dinheiro.
Ambas as categorias concorreram também a um troféu para a Maricota e outro para a cantoria mais originais.
A divulgação do resultado e
a premiação foram feitas logo após o término das apresentações.
A categoria infantil foi aberta em 2000, tamanho o interesse das crianças em aprender e participar deste que é
um dos mais antigos folguedos do litoral catarinense.
Alguns grupos infantis de Boi-de-Mamão surgiram depois de formados nas oficinas oferecidas pela FFC.
A iniciativa garante que o folclore se mantenha e a tradição se perpetue, além de proporcionar
mais uma alternativa para o turismo cultural.
Mais informações, com João Batista Costa, pelo
telefone (48) 3241415.
Origem
Por diversas razões conhecidas ou não, o boi é um animal que aparece na mitologia desde a Antigüidade.
Os portugueses e, principalmente, os espanhóis – povos que cultuam as touradas e outras brincadeiras com o
animal verdadeiro – disseminaram sua figura no folclore latino-americano. Porém, a verdadeira origem dos
folguedos que têm o boi como figura central é africana.
Em certos rituais na África, o animal era sangrado para fertilizar a lavoura. Nas diferentes regiões do Brasil,
os escravos criaram diversas histórias, originando as várias versões: Bumba-meu-Boi, Boi-Bumbá,
Boi-Calemba, Boi-da-Cara-Preta,
Boi-de-Reis, Boi-Pintadinho, Boi-de-Mamão.
Este último, mais conhecido no Sul do País, é uma encenação que envolve dança e cantoria em torno do
tema épico da morte e ressurreição de um boi.
No litoral catarinense, o auto incorporou a presença açoriana através da cantoria e dos instrumentos musicais.
Segundo alguns folcloristas, antigamente, era chamado de Boi-de-Pano, por causa do material
empregado para confeccionar o bicho.
Certa vez, na pressa de fazê-lo, foi usado um mamão verde para servir de cabeça, então, batizando a brincadeira.
Outros alegam o fato de o brincante
"mamar", beber cachaça, antes de vestir a fantasia do boi.
Hoje em dia, as cabeças são feitas até com crânios verdadeiros, menos de mamão. Além do boi,
compõem a narrativa a Bernunça (figura que teria sido inspirada no dragão celeste chinês, engole crianças e
dá a luz bernuncinhas), a Maricota (mulher altíssima, vaidosa e desengonçada que esbarra seus enormes
braços quando dança), o cavalinho, a cabra (é o boi das crianças, menor e dança mais ligeiro),
o mestre Mateus, o urso, o vaqueiro, o doutor, o macaco, o
urubu e a benzedeira.
Vencedores
A Fundação Franklin Cascaes promoveu o V Concurso de Boi-de-Mamão de Florianópolis, no Largo da
Catedral Metropolitana. Quatro grupos infantis e seis adultos, um número recorde na história do evento,
participaram da competição
que iniciou às 17 horas e encerrou às 23h30.
Os quesitos observados pelos jurados foram a cantoria (letra e música), as vestimentas das personagens,
a autenticidade (originalidade), coreografia e evolução, a animação e a relação com público.
O tempo de cada apresentação ficou estipulado em 30 minutos no máximo e as notas foram de 5 a 10 pontos.
Os três primeiros colocados infantis e adultos receberam, respectivamente, prêmios de R$ 1.500,00,
R$ 1.000,00 e R$ 500,00. Além disso, as cantorias e as maricotas mais originais de cada categoria ganharam
troféus confeccionados pelo
artista plástico Laércio Luiz.
Formaram a comissão julgadora o bonequeiro e pandorgueiro Alan Cardoso, o radialista Antônio José da Silva,
o historiador e restauranteiro Arantinho, o historiador e professor Francisco do Valle Pereira, o artista plástico
João Olíbio da
Silva, a folclorista Kátia Abraham e o artista plástico e pesquisador Nei
Batista.
Em clima de grande expectativa, a divulgação do resultado e a premiação foram feitas logo após o término
das apresentações de cada categoria. Durante todo o período, a escadaria da Catedral Metropolitana esteve
praticamente lotada. Mesmo com o mau tempo, o público acompanhou o Concurso até o encerramento.
Protegia-se debaixo de marquises e guarda-chuvas e retornava quando a chuva
estiava.
Amin e o superintendente em exercício da FFC, Mário César Bittencourt, estiveram presentes no evento,
que teve o apoio cultural do Bob’s. A competição estimula a manutenção do folclore e garante que a
tradição se perpetue, além de proporcionar mais uma alternativa para o turismo cultural.
Mais informações, com João Batista Costa, (48) 3241415.
Categoria Infantil
1º
lugar: Boi-de-Mamão Esperança (Florianópolis) – 376 pts.
2º
lugar: Grupo Cultural Deixa Meu Boi Brincar (Florianópolis) – 373,5 pts.
3º
lugar: Grupo Folclórico Mirim da Barra do Aririú (Palhoça) – 367,5 pts.
4º
lugar: Grupo Infanto-Juvenil Boi-de-Mamão do Porto da Lagoa (Florianópolis)
– 343,5 pts.
Maricota
mais original: Grupo Cultural Deixa Meu Boi Brincar.
Cantoria mais original: Grupo Folclórico Mirim da Barra do Aririú.
Categoria Adulto
1º
lugar: Boi-de-Mamão da Associação do Bairro do Sambaqui (Florianópolis)
– 392 pts.
2º
lugar: Grupo Folclórico Boi-de-Mamão de Jurerê (Florianópolis) – 389
pts.
3º
lugar: Sociedade Folclórica Boi-de-Mamão do Itacorubi (Florianópolis) –
379 pts.
4º
lugar: Sociedade Folclórica Unidos do Pantanal (Florianópolis) – 372 pts.
5º
lugar: Grupo Folclórico Filhos da Terra (Palhoça) – 361 pts.
6º
lugar: Grupo Folclórico Boi do Limão (Florianópolis) – 348 pts.
Maricota
mais original: Boi-de-Mamão da Associação do Bairro do Sambaqui.
Cantoria mais original: Grupo Folclórico Boi-de-Mamão de Jurerê.
Assessoria de Comunicação: Marcos Reichardt Cardoso (SC 00461 JP).
Fundação Cultural de Florianópolis - Franklin Cascaes. Forte de Santa Bárbara. Rua Antônio Luz, nº 260 - Centro - Florianópolis - SC - 88010-410.
Fone:
(48) 3241415. Fax: (48) 3240148 - E-mail:
ffcascaes@pmf.sc.gov.br.
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