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Um Hino, uma Prova de Amor Sintetizada num Poema

 


Em 1965, a Prefeitura Municipal de Florianópolis lançou um concurso a fim de escolher uma canção para a cidade. A canção vencedora, o Rancho de Amor à Ilha, de autoria de Cláudio Alvim Barbosa (Zininho), foi oficializada como Hino Oficial de Florianópolis, através do Projeto Lei nº 877 de 27/06/68, na gestão do prefeito Waldemar da Silva Filho.


R      

Hino

   

   

Rancho de Amor à Ilha

Autor: Zininho

    

Um pedacinho de terra
Perdido no mar!...

    
Num pedacinho de terra,
Belezas sem par!...

   
Jamais a natureza
Reuniu tanta beleza
Jamais algum poeta
Teve tanto, pra cantar!...

     
Num pedacinho de terra
Belezas sem par!

     
Ilha da moça faceira
Da velha rendeira tradicional
Ilha da velha figueira
Onde em tarde fagueira
vou ler meu jornal

    
Tua lagoa formosa ternura de rosa
Poema ao luar

Cristal onde a lua vaidosa, sestrosa, dengosa
Vem se espelhar.

    


S   

Símbolos do Município

       

      

      

A Bandeira do Município de Florianópolis foi criada através da lei nº 1409, de 17 de março de 1976, justamente no ano em que comemorávamos 250 anos de emancipação política administrativa, a fim de que simbolizasse nosso município.
Suas características são: um retângulo branco 8 x 11 módulos, cortado por duas faixas vermelhas, que são as cores do nosso Estado. Estas faixas estão situadas nas extremidades superior e inferior do retângulo branco, ostentando, ao centro, as armas do Município, criadas pela lei nº 1408, de 15 de março de 1976, com exclusão dos tenentes que suportam os referidos escudos.

      

       

      

O Brasão de armas do Município de Florianópolis é composto por um escudo do tipo português, cortado na linha do horizonte, com um sol nascente em ouro sobre o fundo azul. Na parte inferior, três peças de prata onduladas representam o mar. A Ilha é simbolizada por um escudete de ouro, no centro do escudo, debruado de vermelho e contendo a Cruz da Ordem de Cristo, que representam os Açores e sua gente, povoadores da Ilha. Sobre o escudo há uma coroa mural de ouro, símbolo das cidades fortificadas como foi Desterro. O Brasão pousa sobre um listral blau, tendo ao centro a palavra Florianópolis, antecedida pela data de 1726, ano da fundação do Município, com foros de Vila e instalação da primeira Câmara, seguida pela data de 1823, ano de elevação à categoria de Cidade. Ladeando o Brasão, à direita, figura a representação do bandeirante Dias Velho, fundador de Desterro, antiga denominação de Florianópolis, e, à esquerda, a figura de um oficial do Regimento de Infantaria de Linha da Ilha de Santa Catarina, vestido conforme plano de uniforme do exército português, inexplicavelmente alcunhada "Regimento Barriga Verde".

O novo Brasão de Armas de Florianópolis foi criado pela lei municipal nº 1408, de 15 de março de 1976, conforme sugestão da Comissão, composta pelos professores Oswaldo Rodrigues Cabral, Vitor A. Peluso Jr. e Carlos Humberto P. Correa.

  

   

     

O pássaro símbolo de Florianópolis é o Martim Pescador Verde (Chloroceryle amazona) desde 15 de dezembro de 1992 (LEI Nº 3887/92).
Esta bela ave atinge até 29 centímetros e é comum em todo o continente americano. Alimentam-se de peixes e também de camarões de água doce e, ocasionalmente, de anuros e larvas aquáticas de insetos. Nesta espécie, o casal freqüentemente permanece junto durante anos e os
filhotes abandonam o ninho com 29 ou 30 dias de idade. Hábitat: beira de lagos, lagoas, açudes e rios.

  

  

   

A árvore símbolo de Florianópolis é o Guarapuvú (Schizolobium parahyba) desde 25 de maio de 1992 (LEI Nº 3771/92).
Particularmente em Florianópolis, suas flores nascem de outubro a novembro. A floração e a frutificação iniciam entre seis a oito anos em plantios. É uma das espécies nativas de mais rápido crescimento e que produz anualmente abundantes frutos e sementes.
De fácil manejo em reflorestamento de campo aberto. Árvore muito exigente quanto a luz, cresce preferencialmente nas matas abertas, nas clareiras feitas pelo homem ou tempestades.
Rara nas florestas altas e densas. Freqüente nas matas de encostas semidevastadas, situadas próximos ao litoral.
Nos locais mais abertos das matas e em picadas verifica-se uma intensa regeneração dessa árvore.

  

  



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